O cantor lançou do EP DVD ‘Live-Móvel’ nesta sexta-feira (14) em São Paulo e falou sobre o projeto e os próximos passos da carreira. ‘É um resumo do que eu já venho fazendo há algum tempo. Essa pegada de falar de amor às vezes mais sexy, às vezes mais divertidas. Em Na vingança é uma quizumba, por exemplo. Sempre quis gravar uma música nesse ritmo e depois do começo ela vira um batidão sertanejo que eu já estou acostumado’, afirma.

Luan Santana lançou nesta sexta-feira (14) o EP DVD “Live-Móvel” após rodar por cidades o Brasil em shows surpresas a bordo de um caminhão. Durante o evento, ele comemorou seu programa de estreia na TV aberta ao lado de Fernanda Souza. “Os artistas estão adorando ir no programa e isso é o que mais me alegra. O programa é uma oportunidade muito boa para as pessoas conhecerem quem são as pessoas que eles costumam ouvir nos rádios ou nas plataformas digitais”, afirmou o artista, destacando a possibilidade de uma nova temporada em 2019: “Estamos conversando. Esse ano foram encomendados 23 programas e pediram 41 para o ano que vem. Estamos conversando…”.

O produtor musical Max Viana foi até os bastidores do programa conversar com o apresentador

No final de cada episódio do Só Toca Top, Luan Santana leva a galera ao delírio com suas apresentações. O cantor sempre prepara uma música especial para encerrar o programa. Ele já soltou a voz num sucesso da Ivete Sangalo, ao lado de crianças em “Por Enquanto” e até no hit “Evidências”. E como Luan seleciona essas canções? O Diz Aí, Max foi até os bastidores da atração conversar com o apresentador e saber mais sobre suas performances.

“Estou adorando esse momento de encerramento porque a gente varia entre músicas minhas e covers. As pessoas têm curiosidade de me ver cantando músicas fora da minha zona de conforto. A gente que faz shows todos os dias adquire certos vícios e canta parecido. Artista gosta de se aventurar e experimentar coisas novas”, explica o cantor.

De volta com o EP Live-Móvel, gravado em várias cidades do Brasil, Luan Santana estará mais ousado no novo trabalho! Em entrevista ao portal “G1”, o site de notícas revela alguns trechos de canções como: “Vou pôr areia pra fazer amor na praia, tirar o teto pra fazer à luz da lua” e “Quem te leva ao céu, sem te tirar do colchão. Quem é que tira o seu mel, te deixa molinha no chão?”. Contudo, o cantor descarta uma mudança no estilo de suas canções. Acho que as letras são super tranquilas, não tem nada explícito. Falam de amor de uma forma mais sexy. Mas o sexo também é amor, sem dúvida”.

Além disso, o projeto não será lançado em produtos físicos, mas em formato de série no YouTube com vídeos postados a cada 15 dias. O lançamento também conta com participações, como as das cantoras Simone e Simaria na canção “Machista” e também de Jorge e Mateus em “Sofazinho”, MC Kekel.

À frente de um projeto musical com DNA social, no qual levou seu show a cidades que jamais sonhariam em vê-lo, Luan Santana revela em entrevista ao Uol que não se sente à vontade para falar sobre questões políticas. Aos 27 anos, o cantor admite que jamais votou na vida. A razão é prática: por causa dos compromissos profissionais, ele nunca conseguiu estar em seu domicílio eleitoral, Campo Grande (MS), durante o pleito.

“Eu não gosto muito [de política], não. Não gosto de tomar partido”, confessa Luan. “Leio notícias, mas não entendo a parte mais profunda da coisa, me atrapalha a cabeça. Gosto de ver as notícias que são mais para todo mundo.”

Apesar do discurso, o maior astro jovem da música brasileira acaba de lançar em seu projeto “Live-móvel” uma faixa com cores politizada, “Machista”. A parceria com a dupla Simone e Simaria critica a atitude de homens que, como ele, já erraram feio no amor.

“Pessoas ao meu redor, que trabalham comigo, ficaram com receio. ‘Cara, não é melhor deixar esse assunto de lado?’. Mas a música fala disso [machismo]. A música fala que o machismo é algo ruim, negativo. Então por que não pode ter machismo no título? Não estou viajando”, entende o cantor, que rejeita o rótulo de “popnejo” e mantém um sonho: entrar em estúdio com Roberto Carlos.

Você passou por cidades pequenas no projeto “Live-móvel”, chegando a tocar para o povoado alagoano de Olho D’Água do Meio, que tem cem habitantes. Qual foi o momento mais emocionante?

Luan Santana – Acho que a que a mais me marcou foi a de Piranhas (AL), porque é um Brasil que está lá, que existe mesmo. Lá, tem pessoas que não têm acesso a qualquer tipo de entretenimento. É muito longe, questão geográfica. Então, se a gente pode levar entretenimento e alegria para essas pessoas, por que não ir? Daí quando cheguei lá, conheci as pessoas, a história. Voltamos no outro dia, fizemos várias doações. Não gosto de falar disso, mas deixamos uma ajuda muito legal para eles. Achei injusto aproveitar as pessoas, o cenário, e não deixar nada. Fiz minha parte. Como prêmio, acho que ajudei a conscientizar várias pessoas.

Você disse que estava namorando o projeto “Live-móvel” há cinco anos e que não deu certo produzi-lo em parceria com TVs. Por que não deu rolou?

Queria algo grandioso. Qualquer matéria em TV ia ter menos tempo. Imagina, como você vai cantar seis, sete músicas no “Fantástico”. Eles acompanharam a gente, fizeram uma cobertura linda. Mas a gente aproveitou a ideia original e fez um projeto maior, de carreira. Não foi um projeto caro.

Por que lançar uma música chamada “Machista”?

Eu não fiquei em dúvida, mas pessoas ao meu redor, que trabalham comigo, ficaram. ‘Cara, não é melhor deixar esse assunto de lado?’. Mas a música fala disto, que o machismo é algo ruim, negativo. Por que não pode ter machismo no título? Não estou viajando. ‘Ah, mas não é melhor usar ‘Te Perdi para Mim?’ no título?’ Cara, [com machismo no título] vai fazer as pessoas clicarem na música e ver o que tem dentro dela. A música fala: ‘Foi culpa do ciúme, do meu jeito maluco, machista. Eu não aceito te ver na pista disponível’. É muito forte. É algo que todo mundo já passou na vida. A gente não pode ser hipócrita. Acho que o machismo está fora de moda total. E acho que a música vai servir de certa forma para abrir os olhos das pessoas.

É o seu segundo trabalho mais direcionado às mulheres, depois do DVD “1977”. Por que falar sobre elas agora?

Minha vida é pensando nas minhas fãs, nas mulheres. Eu componho o amor. Sempre escrevi o amor. Essa ideia do “1977” era porque eu queria fazer um disco só com participações de mulheres. Aí, quando comecei a convidar e elas começaram a topar, falei: ‘Vamos tratar desse assunto, valorizar as grandes musas inspiradoras de todas as músicas que venho fazendo’. Acho que tudo se encaixou. Eu não levantei bandeira nenhuma, não protestei contra nada. Mas falei de amor com mulheres.

Suas novas letras têm claramente uma pegada mais erotizada.

Acho que amor sem sexo não tem graça. O sexo tem porcentagem muito alta no amor, e a gente não pode deixar isso de lado. Eu amo falar sobre o cotidiano das pessoas, o que elas sentem. E tem três músicas com letra mais sexy mesmo: “Vingança”, “Sofazinho” e “A”. “A” é uma coisa que sempre quis gravar. E quero gravar muito mais. Fala do sexo de forma mais profunda e poética, intensa. Tipo “Cavalgada” do Roberto Carlos, sabe? Roberto sabe fazer isso bem.

Você já disse que sonha em gravar com Roberto. Nunca comentou isso com ele?

Caramba, nunca tive coragem. Eu cantei com ele em especial de fim de ano. Conheci, troquei ideia, mas não tocamos no assunto de “feat”. Eu acho que é uma coisa muito de parceria e amizade. Ele não tem muitos “feats” na carreira dele, justamente por acreditar que tem que rolar uma ligação forte. Também acredito muito nisso. Mas quero muito gravar. Publica isso. Seria do c****

Ainda faz sentido te chamar de cantor sertanejo hoje em dia?

Deixo isso para as pessoas. Eu não costumo falar o que eu canto. Eu sempre gostei de falar de amor, de sexo. De forma mais divertida também. “Cê Topa”, “Acordando o Prédio” também, que é sexy e divertida ao mesmo tempo. Cara, eu não me rotulo, não. ‘Ah, então não vou gravar isso porque vão dizer que é aquilo’. Acho que, para um artista, se limitar é ruim demais. O artista tem que ter a mente livre, ir para onde ele quiser.

Gostaria de ser chamado de cantor pop?

Prefiro Luan Santana. (risos)

Alguns cantores retiraram o segundo nome, como a Wanessa e a Cleo. E em algumas peças publicitárias você aparece apenas como Luan. É um processo de mudança?

Não. Temos usado, mas é Luan Santana ainda. Acho que a estética fica melhor quando a gente vai fazer, na questão visual. Sou eu que invento essas coisas. As faixas, o X. E acho que o “Luan”, como tem quatro letras, tem leitura melhor. Você bate o olho e já vê. Mas o Santana está aí. Não quero parar de ser chamado de nada. Não é uma estratégia.

Já sabe em quem votar este ano? Cara, nunca votei, acredita? Sempre justifiquei. E este ano vou estar fazendo show. Eu voto em Campo Grande (MS). Sempre tenho que justificar. Tanto no primeiro quanto no segundo turno. “Não me sinto confortável [em me posicionar politicamente]. Primeiro que não entendo muito de política. E eu não gosto muito, não. Não gosto de tomar partido. Tenho minha opinião, mas prefeito nunca divulgar. Leio notícias, mas não entendo a parte mais profunda da coisa, me atrapalha a cabeça. Gosto de ver as notícias mais para todo mundo. E se, hipoteticamente, você estivesse lá para votar.

Há algum candidato em que jamais votaria? Tem, mas prefiro não falar.

Mudando de assunto, você acabou de comemorar dez anos de carreira. Já pensou onde estaria daqui a dez anos? No lançamento da “2050”, eu me fiz essa pergunta. Quero continuar vivendo de música por muitos anos. Pensa em que uma hora pode entrar em declínio, como acontece com todo artista? Esse “declínio” é muito mais legal quando o artista quer. Talvez eu chegue num momento em que eu tenha necessidade de tirar o pé e relaxar. Essa vai ser a hora de aproveitar melhor a vida. Mas nunca deixarei de viver de música e fazer show, gravando coisa nova. É questão de ter mais tempo, cara. Todo artista atinge uma idade e passa por isso. Acho muito legal o cara escolher fazer isso. É ruim quando o povo não te quer mais.

Jornalistas de celebridade te perseguindo, querendo saber da sua vida, não te irrita?

No início assustava demais, com foto em tudo quanto é canto. Eu era tão novo que nem ficava puto. Eu me retraí. Sempre fui um cara tímido demais. Quando era para sofrer, sofria em silêncio.

Casal, que mora em São Roque (SP), começou a namorar em um show do cantor. Noiva entrará no casamento ao som de ‘Cantada’ e diz que sertanejo a ajudou a vencer uma depressão.

Um casal de São Roque (SP) resolveu mudar o protocolo de uma das cerimônias mais tradicionais e antigas da história: o casamento. No lugar dos trompetes da marcha nupcial, a noiva escolheu uma música do cantor sertanejo Luan Santana para a sua entrada.

A decisão de homenagear o artista foi uma escolha fácil para o casal, que vai reafirmar o compromisso em uma chácara, neste sábado (15), em Sorocaba (SP). “Nada mais justo do que levarmos à nossa cerimônia o tema que embalou o nosso primeiro encontro”, afirma o noivo.

Jéssica Cruz e Marcelo Roque começaram a namorar em 2014, após o rapaz convidar a jovem para um show do cantor em Cotia (SP). O clima romântico da apresentação ajudou o casal a dar o primeiro beijo e não se desgrudar mais desde então.

“Para mim faz mais sentido casar com uma música do Luan do que entrar com a marcha nupcial. Sempre fui muito fã, mas nunca imaginei que ele me ‘ajudaria’ a ficar com o amor da minha vida”, explica Jéssica.

A música escolhida para levar a noiva ao altar é “Cantada”, que fala sobre um homem fascinado ao ver a mulher amada sorridente e feliz. Já o noivo chegará na cerimônia ao som do hit “Tudo Que Você Quiser”. Após a cerimônia, o casal deve dançar ao som de “Cê Topa?”.

Em entrevista ao G1, a assistente social, de 27 anos – que nunca conseguiu conhecer o cantor – disse que os convidados sabem que o casal admira o sertanejo e aprovaram a ideia. Porém, a novidade quase não sai da imaginação dos noivos por resistência da mãe de Jéssica.

“No começo, ela queria algo mais tradicional, tentou me convencer…depois de um tempinho, ela topou e entendeu. Algumas pessoas acham que é loucura, mas nós estamos firmes e fortes”, brinca.

A noiva contou que tentou entrar em contato com Luan Santana em um dos shows que assistiu com o objetivo de entregar um convite a ele. Sem conseguir, decidiu deixar o convite com um membro da equipe do cantor, e garante que o pedido chegou às mãos do ídolo.

“Quem sabe ele não aparece no meu casamento para fazer uma apresentação?”, brinca Jéssica sobre o novo projeto do cantor, que roda o Brasil fazendo shows surpresas em um caminhão palco.

O jornalista afirma que a escolha não foi feita apenas porque o casal é fã do cantor. “Às vezes eu brinco com ela: não poderíamos ser fãs de um cantor menos famoso? Aí poderíamos chamá-lo para cantar na festa”.

‘Me curou da depressão’

“Ela é uma mulher menina que precisa urgentemente ser mais forte”. O trecho da música “Garotas Não Merecem Chorar” mostra exatamente como Jéssica estava se sentindo anos atrás, quando sofreu de depressão.

Segundo ela, Luan começou a carreira “novinho”, assim como ela na época em que “Meteoro” estourou nas rádios de todo o Brasil. Ao G1, a assistente social afirmou que o sertanejo a ajudou a superar os problemas em uma época difícil da vida dela.

“As músicas dele foram o que mais ajudaram na minha recuperação. Os trabalhos que ele lança são muito importantes para mim”, lembra emocionada.

O namorado, atual noivo e futuro marido “entrou na onda” e já foi a mais de 10 shows do cantor com Jéssica. A dupla chegou a viajar para Sumaré, São Paulo, Sorocaba, Ibiúna e outras cidades da região. Sozinha, Jéssica já assistiu a mais de 20 apresentações de “LS”.

Cantor recebeu convidados no lançamento de ‘Sofazinho’, parceria com Jorge & Matheus, parte do projeto ‘Live Móvel’

Luan Santana lançou, na tarde de sexta-feira (14), a música Sofazinho, que faz parte de seu novo projeto, Live Móvel. A canção é uma parceria sua com a dupla Jorge & Mateus. Na turnê itinerante surpresa, que conta com participações especiais, ele tem atingido o público de diversas partes do Brasil, seja no contato real ou virtual.

O Live Móvel, show itinerante onde ele aparece de surpresa, de dentro de um caminhão que lhe serve de palco, ele já passou por locais como Estrela do Indaiá (em Minas gerais), Povoado Assentamento Olho D”água do Meio (Alagoas), na capital do estado, Maceió, e por São Paulo.

Conhecido pela atenção sempre prioritária aos fãs, Luan se faz presente na diversidade de um Brasil que ouve todos os ritmos e habita cenários tão distintos, do sertão alagoano ao grande centro urbano de São Paulo. Daí a grande representatividade de um trabalho como “Live Móvel”, que tem direção de Joana Mazzucheli e abraça o fator surpresa como efeito inédito para um artista dessa proporção. Para ele, observar a reação das pessoas foi um prêmio, e essa troca de fascínio com o público, devidamente registrada por câmeras e microfones, agora poderá ser contemplada e compartilhada por todos os seus fãs e seguidores.

“O meu objetivo é, e sempre foi, tocar o coração do máximo de pessoas que conseguir enquanto estiver vivo. E àquelas que não conseguirem vir até mim, eu irei até elas.”
Eis a essência de Live Móvel”, disse ele.

“Apesar de saber que as pessoas receberiam de uma forma linda, a gente nunca sabe o tamanho que vai ser. Então, está sendo tudo muito novo para mim e por isso que o dia está sedo muito especial”, disse ele a QUEM durante o lançamento.

Luan ainda falou da parceria entre ele e Jorge & Mateus. “Conheço eles há muito tempo, de bastidores de show, estradas, muitos shows que fizemos juntos. A gente começou mais ou menoas ao mesmo tempo e as pessoas esperaram uns 10, 11 anos, pra que esse encontro acontecesse. Chegou a hora, é a hora certa, e neste projeto que combina muito com eles.”

O sertanejo-fenômeno ainda disse que gostaria de atingir tantas cidades menores a ponto de se apresentar em locais onde nem a energia elétrica existe. “Minha intenção era achar uma cidade que não me conhecesse, que o caminhão chegasse e as pessoas não entendessem nada”, disse, bem-humorado.

Com uma agenda lotadíssima, Luan disse que o que mais gosta é de ficar em casa, mesmo. “Minha casa é em Alphaville [na Grande São Paulo] com meus pais. É complicado achar tempo pra fazer coisas normais, apesar da correria que a gente leva dá pra ficar com a família, amigos, pessoas que a gente ama. Também adoro jogar vídeo game, compor; é uma diversão, nunca é trabalho.” Finalizou ele

 

Dulce Maria nossa querida Roberta do Rebeldes (Y soy rebelde, Cuando no sigo a los demás), em sua passagem no Brasil deu uma entrevista ao site (Gshow), falando sobre seu novo projeto “Origen” que será lançado na próxima sexta-feira dia (21).

Como parte da entrevista teve uma pequena brincadeirinha de pergunta e resposta com ela, onde a gente descobriu que temos uma coisa em comum, desligar o despertador e voltar a dormir, quem nunca né? .
E uma das perguntas foi “Com qual Artista brasileiro gostaria de trabalhar?”, ela falou sobre as divas (Ivete Sangalo) e (Paula Fernandes), falou do (Tiago Iorc) e claro não podia faltar ele nosso cantor (Luan Santana), onde sentimos uma leve empolgação em sua voz, seria um sucesso uma música deles não é?
Então vamos agilizar ai Luan Santana queremos esse feat para ontem.

 

http://gshow.globo.com/gshow/videos/v/dulce-maria-conta-cinco-curiosidades-para-o-gshow/6985993/

 

 

Luan Santana está com um projeto que mexe com as estruturas dos fãs. Com um caminhão preto equipado para fazer um show, ele chega de mansinho e faz uma apresentação surpresa para os fãs. Os locais vão das maiores cidades, como as mais improváveis, incluindo, por exemplo, Estrela do Indaiá, em Minas Gerais.

Intitulado “Live Móvel”, o projeto ganhará um EP que sairá na sexta-feira (14). O clipe “Sofázinho”, com Jorge e Mateus, sairá no mesmo dia. “Na verdade, eu só quero tocar o coração do máximo de pessoas que eu conseguir enquanto eu estiver vivo. Para aquelas que não puderem vir até mim, não tem problema… eu irei até elas”, disse ele em teaser.

O EP também tem MC Kekel e Simone & Simária como participações. Luan Santana já passou por 5 lugares nos últimos três meses, tudo registrado como parte do projeto que entrará em vídeo e áudio nas plataformas digitais.

Luan Santana está com um projeto que mexe com as estruturas dos fãs. Com um caminhão preto equipado para fazer um show, ele chega de mansinho e faz uma apresentação surpresa para os fãs. Os locais vão das maiores cidades, como as mais improváveis, incluindo, por exemplo, Estrela do Indaiá, em Minas Gerais.

Intitulado “Live Móvel”, o projeto ganhará um EP que sairá na sexta-feira (14). O clipe “Sofázinho”, com Jorge e Mateus, sairá no mesmo dia. “Na verdade, eu só quero tocar o coração do máximo de pessoas que eu conseguir enquanto eu estiver vivo. Para aquelas que não puderem vir até mim, não tem problema… eu irei até elas”, disse ele em teaser.

O EP também tem MC Kekel e Simone & Simária como participações. Luan Santana já passou por 5 lugares nos últimos três meses, tudo registrado como parte do projeto que entrará em vídeo e áudio nas plataformas digitais.